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sábado, 14 de setembro de 2013

Coletânea - Claps across the country: Iceland



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Ótima coletânea de pérolas do eletrônico islandês da última década.

Tracklist
01. Apparat Organ Quartet - Stereo Rock & Roll
02. FM Belfast - Underwear
03. Motion Boys - Hold Me Closer To Your Heart
04. Berndsen - On My Mind
05. Jeff Who? - Teaser
06. Sykur - Rocketship
07. Trabant - The One (The Black Ghosts remix)
08. Sometime - Heart Of Spades
09. Steed Lord - Remember Me (Russ Chimes Remix)
10. Bloodgroup - Dry Land

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Iceland Airwaves Eruption (2007)



Tracklist
01. Mugison - Go Blind
02. Lay Low - Mojo Love
03. Eberg - Sober In June
04. múm - Dancing Behind My Eyelids
05. Gus Gus - Moss
06. Reykjavik! - Flybus
07. Dikta - Breaking The Waves
08. Seabear - I Sing I Swim
09. Benni Hemm Hemm - Snjorljossnjor
10. Jan Mayen - We Just Want To Get Everybody High
11. Mammút - Ekki Sofna Núna
12. Ampop - Two Directions
13. Bang Gang - Find What You Get
14. Sign - Dancing In (Airwaves Mix)
15. Minus - Futurist
16. Ghostigital - Northern Lights
17. Jakobinarina - His Lyrics Are Disastrous

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Coletânea - Rokk í Reykjavík (1982)



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Tracklist
........................CD 1
01. Vonbrigði - Ó Reykjavík (2:36)
02. Egó - Sieg Heil (2:00)
03. Fræbbblarnir - Gotta Go (1:49)
04. Purrkur Pillnikk - Óvænt (1:12)
05. Þeyr - Rúdólf (2:55)
06. Q4U - Creeps (1:55)
07. Egó - Breyttir Tímar (2:32)
08. Bodies - Where Are The Bodies (5:20)
09. Tappi Tíkarrass - Hrollur (2:47)
10. Baraflokkurinn - Moving Up To A Motion (3:26)
11. Spilafífl - Talandi Höfuð (3:09)
12. Þursaflokkurinn - Í Speglinum (4:13)
13. Friðryk - Í Kirkju (2:53)
14. Start - Lífið Og Tilveran (3:32)
15. Grýlurnar - Gullúrið (3:19)
........................CD 2
01. Egó - Sat Ég Inni Á Klepp (3:45)
02. Purrkur Pillnikk - Gluggagægir (3:19)
03. Tappi Tíkarrass - Dúkkulísur (2:57)
04. Mogo Homo - Bereft (3:25)
05. Jonee Jonee - Hver Er Svo Sekur (2:50)
06. Þeyr - Killer Boogie (2:55)
07. Bodies - Kick Us Out Of The Country (2:04)
08. Jonee Jonee - Af Því Pabbi Vildi Það (1:50)
09. Fræbbblarnir - Í Nótt (2:06)
10. Vonbrigði - Guðfræði (3:20)
11. Egó - Stórir Strákar (3:15)
12. Q4U - Gonna Get You (1:28)
13. Q4U - Toys (2:07)
14. Sjálfsfróun - Lollipops (3:04)
15. Sjálfsfróun - Antichrist (1:14)
16. Sjálfsfróun - Sjálfsfróun (0:51)
17. Bruni BB - Af Litlum Neista Verður Mikið Mál (2:40)
18. Sveinbjörn Beinteinsson - Rímur (2:08)

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......Rokk Í Reykjavík foi o segundo documentário dirigido por um dos mais festejados cineastas islandeses, Fridrik Thór Fridriksson.......Rokk Í Reykjavík (1982) integrou a trilogia que estabelece o início das atividades cinematográficas de FTF, com The Blacksmith (1981) e Icelandic Cowboys (1984). FTF é responsável por alguns dos mais bem-sucedidos títulos da cinematografia moderna islandesa. É um colecionador de prêmios, seus filmes servidos com petiscos finos nos festivais descolados do planeta. Só Children of Nature faturou mais de vinte prêmios internacionais, com direito a ter sido indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 1993. Disponível no Brasil nas melhores lojas do ramo! FTF prestou ainda tributo "tornatoriano" ao cinema com Movie Days (1994) elogo em seguida emplacou com o cult Cold Fever (1995). Na quebrada do milênio, FTF chega à telona com sua versão agonizante, redentora?, do livro Angels of the Universe, best-seller local da "personalidade" literária Einar Már Gudmundsson, uma históiria de anjos. E queda.
......Rokk Í Reykjavík é o registro documental do olho do furacão punk islandês. Com bastante bossa cinematográfica, planos ousados para a época, boas sacadas angulares, ótimos cortes, edição esperta, captura dezenove bandas (dezoito e um poeta) dessa revolução islandesa em desempenho ao vivo pelos palcos da capital, no período 1981-82 (segundo especialistas, os primeiros acordes revolucionários foram disparados em 1979, os últimos estampidos em 1983). Como recheio as apresentações, entrevistas com as bandas e discussão, com a galera, de assuntos "delicados" relacionados à cena musical e à "tribal" sociedade islandesa, como drogas, violência, desemprego etc.......Rokk Í Reykjavík é uma espécie de "Punk Rock Movie" (filme de Don Letts) islandês... Mas é bom reforçar a preocupação cinematográfica de FTF ao realizar seu filme, e o caráter mais "relaxado", no bom sentido - super 8! - de Don Letts ao realizar o seu sobre a primeira geração do punk britânico. Ou dá para dizer que Rokk Í Reykjavík, que aliás quer dizer isso mesmo, rock em Reykjavík, é um tipo selvagem de Decline of Western Civilization, o histórico retrato de uma célula do punk californiano (Germs, Black Flag, Fear e outros flagrados em ação na virada de 1979 para 1980) por Penelope Spheeris, com não menos histórica trilha sonora lançada pela não menos histórica etiqueta do punk local, Slash Records. Se "o começo do fim do mundo" tivesse sido devidamente registrado.........A velha história, outra festa punk... Despertar da letargia clássica, aniquilar subculturas estabelecidas (covers e pseudodance), impor modelo anárquico de açaõ de sabotagem estética... o bom e velho "faça você mesmo" e dedo no olho dos embaçocratas da vida.........Seminal é pouco. Purrkur Pillnikk, Theyr, Tappi Tíkarrass (Kukl e Sugarcubes como combinações futuras), Fraebbblarnir, Ego, Q4U, Bodies (essa merece: "Kick us Out of the Country") e o esporrando Vonbrigdi, com o hino casca grossa "Ó Reykjavík". Uma cena realmente explosiva... qual as erupções vulcânicas que destroem para forjar, para moldar o novo território, o advento do punk rock islandês redesenhou definitivamente os caminhos da cena musical local. Nada foi o mesmo depois de Rokk Í Reykjavík.......O diretor FTF estava no lugar certo na hora certa com as intenções certas.......O filme é do tipo "todo o mundo viu". Na minha pequena pesquisa pessoal, todo mundo o viu "algumas vezes" Até meados da década de 1990, podia ser visto com certa freqüência nos cinemas (acho que o número de salas islandesas cabe nas mãos...) ou mesmo adquirido nas lojas especializadas daqui. O mesmo vale para a trilha sonora. Figura na lista virtual de best-sellers de todos os tempos. Ainda na pesquisa, percebi que muita gente faz questão de destacar que o importante, o "influente" mesmo é o filme. Impressão pessoal: pouca "ressonância" da marca cultural Rokk Í Reykjavík nas gerações eminentemente eletrônicas.......Rokk Í Reykjavík, o disco, é indispensável. Ganha reedições ocasionais. Essa daqui é a de 1993. O vinil original não se encontra nem em sebo. A versão em CD, sem as fotinhas legais do interior da capa dupla original, traz Björk, do Tappi Tíkarrass, à frente, em pose já clássica ao lado do tamborzinho (sim, conexões-especulações mil com o tambor de Günter Grass). Difícil avaliar a quantidade de gente que compra, e compra, o disco por sua causa, sendo esse um daqueles títulos que podem ser encontrados em lugares de orientações mais... turísticas. Afortunados desavisados. Além das duas com Björk, levam de quebra mais trinta e uma surpreendentes e deliciosas tortadas na cara.......O som furioso da Islândia se transformando.......A coletânea Naelur é uma espécie "informal" de "melhores momentos" de Rokk Í Reykjavík. São 18 faixas, com o mesmo pessoal, vários casos fazendo a mesma coisa... Não tem Björk na capa, mas tem adesivo informando que a coletânea contém duas faixas com o Tappi Tíkarrass de Björk. Nesse caso, faixas diferentes. Bom para colecionadores e interessados, já que o Tappi Tíkarrass continua inédito em CD. Destaque para as notas explicativas em inglês, a cargo do especialista no assunto Árnil Mathíasson, dentre outras atribuições curriculares, biógrafo oficial do Sugarcubes.

texto retirado de MASSARI, Fábio. Rumo à Estação Islândia. São Paulo: CONRAD, 2001, p.61-64.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

World Domination or Death vol.1 (1990)




"Não sabemos o que é mau gosto. Portanto, lhes apresentamos um novo sabor em música islandesa. Dominação Global ou Morte. Se liga, gringo."
Manifesto sônico das organizações Bad Taste, primeiro volume. Coletânea de dezesseis faixas lançadas em 1990, dez no vinil original, com o melhor da primeira geração do selo mais esquisitices bem legais esquecidas pela história. Período 1986-1990. Tem Reptile com o divertido hit local "Gun Fun". Tem Ham, com versão horripilante de Abba, "Voulez Vous". Bless combinando peso com melodia, e Bootlegs combinando peso com peso. E uma exclusiva com os executivos e VPs do selo, os Sugarcubes, que se representam com a colecionável "My March". (texto retirado de MASSARI, Fábio. Rumo à Estação Islândia. São Paulo: Conrad, 2001, p.111-112.)

Tracklist
01. Reptile - Gun Fun 2:39
02. Bless - Nothing Ever Happens In My Head 3:11
03. Ham - Voulez Vous 4:20
04. Bootlegs - Thrash Attack 2:29
05. The Sugarcubes - My March 2:14
06. Bless - Alone At The Movies 2:22
07. Ham - Lonesome Duke 4:32
08. Reptile - Ó 2:52
09. Bootlegs - Street Lover 3:50
10. Oxtor - Kontinental 3:22
11. Reptilicus - Shrimpy Dog 5:27
12. Daisy Hill Puppy Farm - Youngblood 5:55
13. Brak - Brak 5:00
14. Most - Ciccolina 4:28
15. Dýrid Gengur Laust - Nóttin 3:59
16. Rosebud - Fishious 6:08

quarta-feira, 2 de junho de 2010

FREE PALESTINE CD (2004) - Compilação



Palestina Livre
Frjáls Palestína

site em inglês


O álbum pode ser adquirido aqui (site em inglês)
Tracklist
01. KK - Englar Himins Grétu í Dag
02. Vinyl - Lost in My Mind
03. Tenderfoot - Waterfall
04. Ske - On the Way We Lose It Some How
05. Lára og Delphi – Why*
06. Quarashi - Payback
07. Ensimi – Fairground*
08. Ghostigital – Bump*
09. Santiago - Road Lines
10. Touch – Justify*
11. múm - Once a Shiny Morning Puddle
12. XXX Rottweiler featuring KJ – Peningar*
13. Leaves - Favour
14. 200.000 naglbítar - Hjartagull
15. Worm is green - Push Play*
16. Bob Justman - Christmas Day*
17. Gus Gus – Ubeat*
18. Mugison, Ragnar og Rúna - Gúanó Stelpan Mín
*Faixas exclusivas disponíveis somente no álbum Free Palestine